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LIÇÃO 9 - FIDELIDADE, FIRMES NA FÉ











LIÇÃO 9

FIDELIDADE, FIRMES NA FÉ

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

HEBREUS 10.35-39

INTRODUÇÃO

Nessa aula estudaremos a sétima característica do fruto do Espírito Santo, a fidelidade. Nesse início algumas dúvidas podem pairar como: fé como fruto é a mesma adquirida por nós no início de nossa conversão? Trataremos dessa e de outras questões envolvendo fé, principalmente o real significado do termo fé. Também focaremos a idolatria e as heresias como trabalho da natureza adâmica. Pois ambas são antônimas a fidelidade ao Eterno.

I – O SIGNIFICADO DE FIDELIDADE

1.    DEFINIÇÃO. Entendermos o real significado nos levará a uma maior clareza do nosso viver diário com Deus. Fé não é simplesmente o ato de crer em algo ou alguma coisa sem fundamento. Tiago nos afirma que “...até mesmo os demônios creem e tremem” Tg 2.19. O termo em hebraico para fé é Emunah que tem a ideia de crer num sistema. O reino de Deus é um sistema, como a figura de um tripé. Formado por um Rei, súditos e leis.

2.    A FIDELIDADE COMO FRUTO DO ESPÍRITO. Sabemos que a fé desenvolvida pelo Espírito Santo é a mesma fé que vem pelo ouvir a palavra de Deus enfatizada por Paulo em Romanos. Particularmente não creio em vários tipos de fé. Uma para crer, outra para salvação e outra como fruto. É a mesma sendo em diferentes níveis. É como uma atleta de salto em vara, conforme vai se desenvolvendo continua saltando em vara, mas em níveis mais altos.

3.    A FIDELIDADE DE DEUS. A fidelidade é um dos atributos morais de Deus. Mas afinal o que significa atributos morais? O termo atributo de forma bem singela é aquilo que faz parte do ser, a sua essência, sem isso ou aquilo o ser deixa de ser o que ele é. Dentro da teologia existem os atributos “Morais e Inerente”, conhecidos também como “Incomunicáveis e Comunicáveis”.

II – IDOLATRIA E HERESIA: UM PERIGO À FIDELIDADE

1.    O QUE É IDOLATRIA? O significado do termo idolatria é plausível de conhecimento a todas as pessoas até mesmo para os praticantes, caso sejam questionados podem até não assumirem seu exercício, mas saberão definir o termo. Em Êxodo 20.2-5 está tratando da adoração a outros ídolos e a prestação de cultos. Precisamos ter o entendimento que esse pecado sempre existiu e continuará a sua destruição. No início a idolatria teve seu apogeu na figura de materiais produzidos pelos homens. Isso fica evidente quando estudamos a história antiga e principalmente ao lermos a história de Israel no primeiro testamento. E com o perpassar do tempo ela foi ganhando outros aspectos. Como veremos no próximo item.

2.    A IDOLATRIA NO NOVO TESTAMENTO. Agora ela já tem outra roupagem. Os homens sendo deuses tem o seu clímax. Os ídolos confeccionados não deixaram de existir, mas perderam força e os mortais passaram a sobressaírem. E como o desenvolvimento do cristianismo apareceu os “Papas” sendo venerados em nossas formas de servir a Deus. Muitos confundem respeito, admiração por veneração e idolatria. Aprendi uma coisa com meu professor no Instituto Presbiteriano, em meu curso de teologia. A diferença entre os católicos e evangélicos a respeito da idolatria é: “Dos católicos não andam, não falam, não ouve e não vê, dos evangélicos andam, falam, ouve e vê”.

3.    O QUE SIGNIFICA HERESIA? O termo tem significado abrangente. Além de expressar a ideia de “preferência e escolha. Significa ainda: “seita, escola, partido, grupo, faccioso, herético e herege. Então podemos entender que heresia é qualquer sistema filosófico e ideológico contrário as doutrinas fundamentais da Bíblia. O problema é identificar seitas. Lembrando que pode ter seitas dentro de outra seita. Se um dos conceitos do termo seita é grupo então podemos ter “grupinhos” dentro do “grupo”. Algumas heresias dentro do nosso grupo. “Oferta maior; 12 dias de clamor para 12 meses de vitória; Teologia da prosperidade; tendo inúmeras.

III – SEJAMOS FIÉIS ATÉ O FIM

1.    OLHANDO PARA O PASSADO. Olhar para o passado ou para a história é um exercício de fé. A cultura judaica está repleta desse princípio bíblico. O salmista no salmo 103 nos convida a olharmos o histórico das obras de Deus. Nós sempre temos históricos. Caderneta de vacinação, antecedentes criminais, histórico escolar. Convida seus alunos a escrever o que Deus já fez em suas vidas e isso alimentará sua fé.

2.    A FÉ QUE NOS AJUDA A PERMANECER FIÉIS. Aqui não se trata de tipos de fé. Isso já tratei no Tópico I e item 1-2.

3.    SEJA FIEL. Fé precisa ser desenvolvida para vivenciarmos um mundo que para muitos cristãos é só bíblico. Ser fiel demanda persistência, disciplina, dor, entrega e desejar o Reino de Deus.
CONCLUSÃO


TER FÉ É NÃO ABRIR MÃO DE NOSSAS CONVICÇÕES.

LIÇÃO 8 - BONDADE QUE CONFERE A VIDA

Tenta entender a bondade nessa figura.

LIÇÃO 8
A BONDADE QUE CONFERE VIDA.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
MATEUS 5.20-26

INTRODUÇÃO
Na aula de hoje iremos focar a sexta característica do fruto do Espírito Santo, a Bondade. Um sentimento que aparentemente praticado por muitos seres mortais, mas que o Apostolo Paulo afirma que somente o Espírito Santo pode produzir nos corações.

I – BONDADE: O FIRME COMPROMISSO PARA O BENEFÍCIO DOS OUTROS

1.    A BONDADE COMO FRUTO DO ESPÍRITO. O termo bondade no grego tem a ideia de “prestativo”, “bom”. E sempre esses adjetivos tem que estar ligados a fé, a crença no Deus de Israel. Senão terá um aspecto humanitário.

2.    A BONDADE DE DEUS. Para que possamos com o auxílio do Espírito Santo desenvolver bondade em nós precisamos entender um dos atributos de Deus, a bondade. A bondade de Deus está repleta em vários episódios das sagradas escrituras. Mas quero chamar a tua atenção para o Salmo 23.6 “Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias”. Aqui o supremo Pastor faz uma promessa, que a Sua bondade e a sua misericórdia nos acompanhariam todos os dias. Bondade é recebermos aquilo que não merecemos de Deus e já misericórdia é merecer algo e não recebermos.

3.    UM HOMEM BONDOSO E UMA MULHER BONDOSA. Existem vários, mas quero salientar apenas dois, Jó e Dorcas. Jó era bondoso, pois oferecia ajuda mesmo sem ter afinidade com algumas pessoas. “Eu era os olhos do cego e os pés do aleijado. Eu era o pai dos necessitados
e me interessava pela defesa de desconhecidos. Eu quebrava as presas dos ímpios e dos seus dentes arrancava as suas vítimas”. Jó 29.15-17. Pois ser bom com quem temos afinidade não há nenhum louvor nisso. Dorcas, materializava sua bondade. Pois nossas crenças são vistas em nossas ações. É incompatível crenças sem práticas.

II – HOMICÍDIO, A DESTRUIÇÃO DO PROXIMO

1.    NÃO MATARÁS. Em Êxodo 20.13 temos uma ordem negativa de Deus em relação a vida, para a sua proteção e preservação. Mas a ideia do texto não é simplesmente, a morte, mas o seu planejamento. A ordem é explicita para não arquitetar, calcular, maquinar para tirar a vida alheia. Jesus aprofundando esse conceito afirma que com palavras e ações podemos assassinar muitas pessoas e aborrecer o irmão já é um homicida.

2.    ABORTO, A MORTE DE UM INOCENTE. Essa questão tem sido o carro chefe de muitos movimentos dos direitos às mulheres. Mas não podemos nos esquecer que a Palavra de Deus não muda e que seus preceitos são imutáveis.

3.    O PRIMEIRO HOMICÍDIO. Sabemos que o primeiro homicídio foi praticado por Caim. Mas o que nos impressiona nesse episódio é o que Deus fala para Caim em Gênesis 4.10 “Exclamou o SENHOR: “Que fizeste? Ouve! Da terra, o sangue do teu irmão clama a mim”. O termo sangue aqui tem uma ideia de posteridade, ou seja, a futura descendência de Abel pedia justiça. Caim interrompeu a posteridade de Abel.

III – SEJAMOS BONDOSOS E MISERICORDIOSOS

1.    SERVINDO AO OUTRO COM AMOR. Falar de amor, realmente é encantador. Isso já foi e é tema de canções, poesias, crônicas e sermões, mas a realidade que estamos longe de viver o amor de Cristo. Basta darmos uma passeada em algumas igrejas e observarmos a dicotomia do clero para a membresia. Estamos romantizando em nossos púlpitos e brutalizando em nossas ações. Precisamos viver mais e falar menos.

2.     AJUDANDO O FERIDO. A igreja como modelo deveria ser diferente nesse aspecto, mas o egoísmo tem permeados nossos templos e impedidos de ajudar os soldados feridos. A parábola do Bom Samaritano reflete bem o que estamos vivendo. Marcados pelos preconceitos raciais, étnicos, opção sexuais e por tantos outros que neutraliza o dever nossos de curar feridas e anunciar o evangelho.

3.    AJUDANDO OS IRMÃOS. A ajuda domestica nem precisava ser admoestada, mas embriagados pelo antropocentrismo e egoísmo praticamos um ditado muito conhecido “Cada um para si e Deus por todos”, assim temos nos comportados. Em muitas congregações é humilhante o ato de pedir. Isso mostra como nossas comunidades estão à parte da vida “fora das quatro paredes do templo” de seus féis. É uma vergonho em algumas congregações a assistência social. Parece mais uma “mendigueira”.
CONCLUSÃO

QUE A BONDADE NÃO FIQUE SOMENTE NA TEORIA, MAS QUE POSSAMOS MATERIALIZAR.


LIÇÃO 7 - BENIGNIDADE: UM ESCUDO PROTETOR CONTRA AS PORFIAS







LIÇÃO 7

BENIGNIDADE: UM ESCUDO PROTETOR CONTRA AS PORFIAS

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

COLOSSENSES 3.12-17

INTRODUÇÃO

Hoje iremos estudar a quarta característica do Fruto do Espírito Santo, a benignidade. Obra desenvolvido em nós unicamente quando construímos um relacionamento saudável com o Divino. Ao contrário, a porfia é uma obra da carne e nem precisamos nos esforçarmos para materializá-la. Herdamos isso do pecado e precisamos estar perto de Deus e sua palavra para que essa ação não macule nosso ato de testemunhar de Cristo.

I – A BENIGNIDADE FUNDAMENTADA-SE NO AMOR

1.    O QUE É BENIGNIDADE. Esse termo tem uma profundidade extrema. Entender suas variáveis fará nos aprofundar e nos assemelhar a Deus. Benignidade significa índole boa, bom caráter; benevolência, humanidade, bondade; tratar, usar, aproveitar, servir; mão; canal; tempestade no sentido de avivar a esperança ou de colocar no caminho; anunciar o abismo. Percebam que essas características não estão atreladas a uma boa educação ou construídas pelo meio em que estão inseridas. Isso está diretamente ligado ao relacionamento com Deus e sua palavra.

2.    JESUS, EXEMPLO DE BENIGNIDADE. Como homem, foi plenamente perfeito. Andou, viveu exalando todas as variáveis do termo benignidade. O texto de João 3.16 para muitos se tornou insignificantes, morno e desatualizado. Mas está carregado dessa característica do Fruto do Espirito Santo. Essa ação está baseada no amor e por isso serviu o outro sem segregar. Foi o canal entre Deus e o homem. Trouxe tempestade em nossas vidas e anunciou o abismo e proclamou o ano aceitável do Senhor.

3.    A BENIGNIDADE NA PRÁTICA. Trazer a teoria à prática não é tarefa fácil. Ainda mais quando tratamos de assuntos espirituais. O andar no espírito é contrário ao padrão já estabelecido pelo sistema corrompido do mundo e a familiaridade com esse sistema fomos “convencidos” que agirmos na contramão é estar fora do padrão. Segundo Billy Graham é muito fácil ser indelicado e impaciente com os que erram e falham. É fácil ser bondoso e gentil com quem nos trata bem, mas precisamos ser benignos com aqueles que erram, tropeçam e ainda nos tratam mal. Quantos que pregam, ensinam, cantam, profetizam, falam em línguas e prestam serviços as igrejas locais, mas não andam em Espírito.

II – A PORFIA FUNDAMENTA-SE NA INVEJA E NO ORGULHO

1.    INIMIZADE E PORFIA. Ambas podem parecer sinônimas, mas tem significados diferentes. Inimizade é ódio, indisposição. Porfia é contendas de palavras, discussão, disputa e polêmicas. A primeira está ligada às relações interpessoais, evitando a proximidade, a segunda é a ferramenta para manifestar a inimizade.

2.    EVÓDIA E SÍNTIQUE. Eles eram cooperadores assíduas no ministério de Paulo e ele a estimavam, pelo trabalhado que tinha prestando ao Reino de Deus. Mas a forma de pensar antagônicas de ambas levaram a uma discórdia que não estavam produzindo nenhum benefício a comunidade daquele lugar. O pensar diferente faz parte do ser humano, então é necessário o respeito. Note que nessa disputa nenhuma das duas ganharam, ambas perderam o jogo. Só quem lucra é o Diabo.

3.     MIRIÃ E ARÃO. O caso do casamento de Moisés com uma cuxita, desencadeou um sentimento guardado no coração de seus irmãos. Note que são coisa vã, inúteis e sem grande relevância que servem de pretexto para os amantes das inimizades e das porfias.

III – REVISTAMO-NOS DE BENIGNIDADE

1.    RETIRANDO AS VESTES VELHAS. O conselho do apóstolo Paulo para despirem das “velhas roupas” não significa “tirar” ela de dentro de nós. Não é eliminar. Seremos completamente livres e libertos na eternidade. Isso se refere ao modo, estilo de vida que adotemos. O padrão do mundo não é incompatível com o proceder do novo homem.

2.    SEDE BENIGNOS. A benignidade é um antídoto e um escudo contra as porfias. Precisamos nos policiarmos para não trabalharmos com o princípio da reciprocidade referente a benignidade. O imperativo para exercermos ela não é simplesmente pelo fato de o outro ter feito algo à nós. Mas vai muito além disso. Pelo princípio da superioridade. Quando passamos a ter uma consciência que o outro é superior a mim, então passo a exercitar a espiritualidade.

3.    IMITANDO A CONDUTA DE PAULO. A vida indiscutivelmente é baseada na semelhança do outro. Desejamos cerca coisas pois vemos isso nos outros e por simpatia, afinidade ou por vários outros motivos, começamos a nos espelhar. Paulo tinha como paradigma, Cristo. Qual tem sido o nosso? Paulo estava lidando com pessoas que nunca tinha vida Cristo, então ele queria ser referência a ela. Precisamos a cada nova geração ter pessoas que espelha à Cristo. O convite de Paulo não é uma arrogância de sua parte, mas o cumprimento fiel dos ensinamentos de Jesus. Discípulos nada mais é do que uma cópia de seu mestre.
CONCLUSÃO


QUE O NOSSO CRISTIANISMO SEJA MAIS AUTENTICO E VERDADE, MANISFETANDO BENIGNIDADE E ELIMINDANDO A PORFIA.

LIÇÃO 6 - PACIÊNCIA: EVITANDO AS DISSENSÕES







LIÇÃO 6
PACIÊNCIA: EVITANDO AS DISSENSÕES
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
TIAGO 5.7-11
INTRODUÇÃO

Hoje iremos estudar a quarta característica do fruto do Espírito Santo produzido por ele em cada cristão disposto a ser trabalhado por sua pessoa. Essa característica só é alcançada com o favor do Espírito. Sem ele é impossível vivenciarmos essa experiência divina. Vivemos em uma sociedade marcada pela impaciência. Reflexo de um mundo onde as coisas giram em alta velocidade e tudo que é “lento” se torna irritante e com isso atraímos a impaciência. Geralmente o impaciente implica com coisas pequenas, efêmeras, sem grande relevância. Que nós permitimos que o Espírito Santo desenvolva em nós a longanimidade.
I – PACIÊNCIA, ATO DE RESISTÊNCIA À ANSIEDADE.

1.    A PACIÊNCIA COMO FRUTO DO ESPÍRITO. O termo paciência em grego é makrothumia. Essa palavra tem várias ideias. Ela é formada por duas palavras: Makro – longo, distante, grande, mega, maravilhoso, elevado – e Thumos – ira, furor, indignação, cólera, respirar intensamente, sopro, fumaça. Dessa maneira, vemos que a palavra grega para “longanimidade” (makrothumia) se refere à pessoa que possui a virtude de ser “tardio em irar-se”, em demorar muito a chegar a irritar-se. Relaciona-se, portanto, a uma mansidão. A ideia no A.T. é de ser longo, ser eterno, alongar-se. Todos essas ideias estão por toda as Escrituras. Precisamos entender que a longanimidade para nós é algo desenvolvido e contribui para termos uma vida mais longa, tolerante e paciente. Para Deus a longanimidade é diferente, pois para Ele não há a necessidade de ser desenvolvido essa característica, pois isso lhe é inerente. O Seu agir longânimo nos serve de modelo. Ele não se esforça para agir assim, Ele é assim. É o seu natural.

2.     A PACIÊNCIA E A ANSIEDADE. A ansiedade é oposta a paciência. Enquanto uma é lenta, demorada e racional a outra é rápida, ligeira, antecipada e emocional. Segundo o psiquiatra australiano Aubrey Lewis, autor da definição mais aceita, a ansiedade é “Um estado emocional com a qualidade do medo, desagradável, dirigido para o futuro, desproporcional e com desconforto subjetivo”. Cerca de 12% dos brasileiros são ansiosos, ou seja, aproximadamente 24 milhões de pessoas. Estudos apontam que cerca de 23% da população brasileira terá algum tipo de distúrbio ansioso ao longo da vida. E são as mulheres campeãs a esse problema. Note que é seríssima essa questão e a urgência de nos cristãos trocarmos a ansiedade pela paciência. Muitos cristãos ficam pensando que ser ansioso seria pecado. Ela em si não seria, mas geraria o pecado. Todo humano tem ansiedade. É uma consequência da entrada do pecado no mundo.

3.    JÓ, EXEMPLO DE PACIÊNCIA EM MEIO À DOR. Jô tem sido ao longo do tempo eternizado como símbolo da paciência. Ler o seu livro é um convite aos ansiosos. A cada capítulo parece que a solução não virá. A perca material foi instantânea, durou apenas um dia, mas entender como e o porquê de tudo isso e a reconstrução de seus sentimentos durou muito tempo. Jô foi construindo ao perpassar do tempo a característica da longanimidade. Enquanto o tempo passava crescia nele a certeza da providência.

II – DISSENSÕES, RESULTADO DA IMPACIÊNCIA

1.    EXEMPLOS BÍBLICOS DE IMPACIÊNCIA. A falta de paciência tem sido a geradora de brigas, discórdias, separação de família, facções nas igrejas locais e etc... A Bíblia nunca omitiu comportamentos inadequados. Ela nos deixou exemplos de pessoas que dominados pela ansiedade tomaram atitudes equivocadas. Sara embriagada pela impaciência de não tem um filho como prometido. Antecipa e oferece sua escrava Hagar ao seu marido Abraão para que a promessa se cumpra. Antes de prosseguirmos precisamos salientar que não podemos crucificar a atitude de Sara, pois em algum momento da nossa existência agimos como Sara e esse princípio serve para todos os homens e mulheres de Deus. Teríamos vários outros exemplos de impaciência relatado nas escrituras, mas o princípio que prevalece é a espera. A impaciência é irmã da precipitação e o salmista afirmou que “Eu dizia na minha precipitação: Todo homem é mentiroso”.

2.    DEIXE DE LADO TODA DISSENSÃO. O que é dissensão? É falta de concordância a respeito de (algo); divergência, discrepância. As igrejas locais não deveriam ser, mas infelizmente seus líderes dopados pelo poder e amantes do egocentrismo, tem agido e permitido que as discórdias e brigas prevaleçam em muitas comunidades cristãs.  Isso só acontece por causa de vidas vazias e desprovidas da ação do Espírito Santo. A discrepância de ideias é válida e até certo ponto contribui para o aprimoramento dos santos. É impossível um ajuntamento de pessoas com ideias e pontos de vistas unânimes. Mas não podemos permitir que essas diferenças intelectuais abrem as portas para a ação do Diabo em nossas comunidades.

3.    EVITANDO O PARTIDARISMO. Já estudamos na aula 5 os partidos gospel que se formaram na igreja de Corinto. Eram quatro partidos. Com ideias diferentes. Isso fez com que eles deixassem de viver em comunidade. Estavam gerando brigas, disputas e discórdias. Infelizmente os PTs, PMDBs, PSDBs, PDTs, PSDCs, PSCs e outros partidos de formas simbólicas estão comandando, ditando as regras, impondo e criando quarteis generais para perpetuarem no poder. O problema de partido nas igrejas é que oposto da comunidade primitiva cristã, onde os Espíritos Santos nomeavam as pessoas para desempenharem atividades no Reino de Deus, são os líderes desses partidos que escolhem e nomeiam.

III – PACIÊNCIA, PROVA DE ESPIRITUALIDADE E MATURIDADE CRISTÃ

1.    PACIENTES ATÉ A VOLTA DE JESUS. A vinda de Jesus será uma realidade. A Parousia é atestada quase em todo o Novo Testamento. Mas no meu ponto de vista Tiago não está afirmando que aqueles irmãos oprimidos pelos ricos deveriam se calar e como prêmio de consolação esperar a vinda do Messias. Ele na verdade está Ratificando que as injustiças da vida não podem tirar a esperança da Parousia. Por isso usa o agricultor como exemplo.

2.    QUANDO A PACIÊNCIA É PROVADA. A prova da nossa paciência e fé são necessárias. Pois é no campo de batalha que mostramos o que aprendemos. E o tempo é uma das ferramentas usada pelo Espírito Santo para desenvolver em nós a longanimidade. Abraão teve que esperar cerca de 25 anos para o filho da promessa nascer. José esperou cerca de 26 anos para se cumprir o sonho do Sol, lua e onze estrelas se curvando à José.

3.    MATURIDADE CRISTÃ. Isso deveria ser o objetivo de todo cristão, a maturidade. Ela não se adquiri simplesmente frequentando os cultos, escolas, seminários e festas cristãs, mas a maneira que nós lidamos no cotidiano da vida. A forma que nós lidamos com o jejum, oração e leitura da palavra determinará o nosso crescimento espiritual. Nossa geração infelizmente é raquítica, anêmica. Os movimentos não bíblicos estão proliferando e ganhando cada vez mais adeptos. Hoje tenho visto vários movimentos e entretenimentos para atraírem o povo. Tenho visto há cerca de uns 5 anos um movimento chamado “12 dias para 12 meses de vitória”. Isso está desprovido da Bíblia, pois nossa vida com Deus deve ser diária. Uma vida vivida em janeiro não serve para o mês de dezembro. Enquanto nós não voltarmos a verdadeira educação cristã em nossas comunidades, estaremos gerando mais múmias e não discípulos.
CONCLUSÃO

SE QUISERMOS CUMPRIR A ORAÇÃO DE JESUS EM JOÃO 17.21 PRECISAMOS URGENTEMENTE VIVERMOS SEGRGADOS DOS PARTIDOS.

LIÇÃO 5 - PAZ DE DEUS: ANTÍDOTO CONTRA AS INIMIZADES





LIÇÃO 5
PAZ DE DEUS: ANTÍDOTO CONTRA AS INIMIZADES
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
EFÉSIOS 2.11-17

INTRODUÇÃO

Hoje iremos estudar a paz que é gerada pelo Espírito Santo e sua inimiga comumente chamada de inimizade. A paz é uma experiência que somente os salvos por Cristo por experimentar, pois também é uma ação exclusiva de seu Espírito. Ao contrário da inimizade que não precisa ser desenvolvida porque já nascemos “inimigo” de Deus.

I – PAZ QUE EXCEDE TODO ENTENDIMENTO

1.    PAZ. Paz é um termo que na prática a sociedade tenta encontrar para desfrutar de uma vida mais quieta e sossegada. Mas afinal o que significa paz e como a encontra e viver? Muito faz uma associação a certos lugares e atividades para a descrever. A própria mídia dissemina a ideia que tem lugares que aparentemente ela mora, como lugares a beira praia, hotéis fazendas, viagens dos sonhos, lugares longe de tudo e de todos etc. Tudo isso realmente é bem diferente da vida agitada e barulhenta das grandes metrópoles. Mas o texto bíblico oferece paz independente dos lugares e situações. No grego é eirene, que tem a ideia de contemplar o belo e harmonizar com ele; ausência de guerra. No hebraico shalom tem várias ideias, uma delas é completar o que falta, estar satisfeito, inteiro.

2.    PAZ COM DEUS. Essa obra que o Espírito Santo desenvolve em nós e dentro de nós tem como objetivo primordial alcançar na mente humana a ideia do shalom. Pois precisamos entender que qualquer relacionamento social para ser sadio tem que nascer de um relacionamento sadio com Deus. Ele é o reflexo. Para iniciarmos a alcançarmos a paz com Deus é por meio da Justificação – é o ato livre de Deus de declarar algum justo – pela fé (Rm 5.1). Perceba que a justificação é o início e não o final, senão Gálatas 5.22 não teria sentido nenhum.

3.    PROMOTOR DA PAZ. Primeiramente a paz ocorre em nós para depois materializa-la. O crente que foi alcançado pela Justificação mediante o sacrifício de Cristo na cruz do calvário tem o dever de ser um promotor da paz. Promotor é o promove, fomenta ou determina algo. Promover é colocar em evidencia, em foco. Isso é muito interessante, pois o promotor é aquele que precisa ajuntar elementos que atestam a sua proposta. Fomos salvos e livres da ira e do castigo de Deus. Brigas, lutas e intrigas não podem fazer parte mais de uma vida que foi reconciliada com Deus. O seu papel é de um “Embaixador”, “Promotor” e “Pacificador”. Tem muitos dentro da igreja que são amantes de conflitos. E não importam a sua posição se são membros ou obreiros.

II – INIMIZADES E CONTENDAS, AUSÊNCIAS DE PAZ.

1.    TRÊS TIPOS DE INIMIZADES. Esse termo em grego – echthra – tem a ideia primária de inimizade com uma pessoa. Nosso autor a sistematizou para uma melhor compreensão em três esferas: A) inimizade para com Deus (Rm 8.7), inimizade entre pessoas (Lc 23.12) e hostilidade entre grupos e pessoas (Ef 2.14-16). Observa que em qualquer área a inimizade não ajunta, não uni, não aproxima, mas ao contrário segrega, espalha.

2.    INIMIZADE E SOBERBA. A inimizade é resultado da soberba, ou seja, é maneira em que olhamos o outro. Essa forma de olhar determinará a conduta em positiva ou negativa. Um olhar superior em relação ao outro nunca permitirá um gesto de carinho, afeição, um gesto humano. Na igreja a ideia bíblica é que todos somos servos, mas na realidade isso não existe em grande parte. Ficou simplesmente nos escritos bíblicos. O que vemos é uma luta descontrolada e desenfreada pelo poder em todas as esferas da administração eclesiástica. Desde à liderança de um departamento à cúpula do clero. 

3.    INIMIZADE E FACÇÃO. Muitos termos do mundo do crime e da sociedade pecaminosa vemos atuando em nossas igrejas locais. O termo “facção” apresentado pelo Pastor Oziel Gomes – Líder da AD em Tirirical, Maranhão – vem num momento onde nos brasileiros estamos presenciando nos noticiários as lutas entre as “facções” criminosos em alguns presídios. Os primeiros “partidos gospel” surgiram ainda no 1º século da era cristã. Em corinto tinha 4 partidos. O de Paulo, o de Apolo, o de Pedro e o de Cristo. Essas “facções” não estavam promovendo a paz de Cristo e nem estavam cumprindo o evangelho em sua totalidade, mas os interesses particulares estavam em foco. Existe “grupinhos” em cada departamento nas comunidades evangélicas. Nas crianças, nos adolescentes, jovens, no círculo de oração – formado por mulheres casadas dentro da Assembleia de Deus – entre os irmãos, entre o ministério de obreiros e suas hierarquias, diáconos, presbíteros, evangelistas e pastores. Enquanto não cumprirmos o salmo 133 na íntegra presenciaremos mais lutas e mortes espirituais.

III – VIVAMOS EM PAZ

1.    O FAVOR DIVINO. Uma mente sadia de inimizades é aquela que entende o que possui vem de Deus. Para os gentios o enxerto foi um ato de misericórdia, mas muitos não contemplam dessa forma, mas com arrogância e superioridade. Os judeus por sua vez precisam entender que não é povo imune aos castigos de Deus por ser povo escolhido para ser luz as nações. A compreensão de cada um determinará uma convivência harmônica e saudável. E isso refletirá numa sociedade mais amável.

2.    A CRUZ DE CRISTO. Cruz símbolo profundo do cristianismo, que nos remete ao sacrifício que Cristo passou por nós. Mas o que nos comove e nos deixa perplexo é a forma que Cristo enfrentou a cruz. Muitos de nós xingaria, amaldiçoaria e não aceitaria essa missão. Pois para o profeta Isaias sofrimento promoveria a paz. Mas precisamos compreender que somente a cruz tem o poder de promover paz real para a humanidade.

3.    A NOSSA MISSÃO. Todos temos uma missão. A de Cristo era peculiar, morreu por todos. A nossa é coletiva dentro da individualidade. A missão primordial da igreja é formar discípulos à Cristo, através do ensino sistemático da palavra. Enquanto nós como igreja agirmos como centro de palestra de autoajuda, centro de entretenimento, não teremos a presença de Cristo.  Que note que Mateus é enfático. A presença de Cristo só é atraída enquanto ensinamos. O exercício do magistério cristão atraia a presença de Jesus.

CONCLUSÃO

NÃO SÃO AS CIRCUNSTÂNCIAS NEM OS LUGARES QUE PROMOVERAM A PAZ, MAS UM RELACIONAMENTO PROFUNDO COM DEUS.


LIÇÃO 4 - ALEGRIA, FRUTO do ESPÍRITO; INVEJA, HÁBITO da VELHA NATUREZA.













LIÇÃO 4
ALEGRIA, FRUTO do ESPÍRITO; INVEJA, HÁBITO da VELHA NATUREZA.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
JOÃO 16.20-24
INTRODUÇÃO

A partir de hoje iremos dar início ao estudo das características propriamente dita do fruto do Espírito Santo. Para cada uma das características estudadas, será apresentada também uma palavra que resume o antônimo. Seguindo o modelo acima apresentado e proposto pelo nosso autor – Pastor Osiel Gomes – iremos começar o estudo analisando o conceito do termo Alegria, dentro da perspectiva bíblica e sua concorrente, Inveja. Precisamos compreender que a Alegria é produzida pela ação exclusiva do Espírito Santo e a inveja, ação peculiar da natureza adâmica.  Ambas são antagônicas. E que suas ações atingiram todas as pessoas que o cercam.

I – ALEGRIA, FELICIDADE INTERIOR

1.    A ALEGRIA DO SENHOR. Muitos são os termos tanto em hebraico como em grego que definem o termo alegria. O que a mídia tem propagado com uma certa expressividade baseada em ideias e conceitos filosóficos orientais e espíritas, que a alegria está dentro de cada um de nós, basta a encontrarmos para obtê-la. Se nós como embaixadores de Cristo nesse mundo tenebroso não nos posicionarmos contrário a esse famigerado e diabólico conceito, iremos ser discipulado e passaremos a viver fora do centro da vontade de Deus e de sua palavra. Então se faz necessário nesse momento o modo que iremos definir o viver da alegria na existência humana. Precisamos definir nesse momento como verdade absoluta, que ela só pode ser vivenciada em sua totalidade, quando o Espírito Santo está administrando, auxiliando a existência humana. Fora disso é antibíblico e diabólico.

2.    A FONTE DA NOSSA ALEGRIA. Quando olhamos dentro da sagrada escritura, fica evidente que Deus é a fonte e autor da alegria. Vejamos alguns textos que corroboram esse princípio. Tg.1:17 Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação. Ne.8:10 Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor; portanto não vos entristeçais; porque a alegria do SENHOR é a vossa força. Fp.4:4 Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos. Agora que já entendemos que a alegria é uma prerrogativa exclusiva do Senhor e que ele próprio é a fonte, então somos levados a algumas indagações. 1ª Precisamos do outro para sermos felizes? Marido, mulher, amante, casamento, filhos, amigos e etc. 2º Todo ser humano nasce triste?

3.    A BENÇÃO DA ALEGRIA. Uma da benção que a alegria gerada pelo Espírito Santo nos proporciona é termos a certeza que fazemos parte do Reinado de Cristo e somos aceitos por Ele. O apóstolo Paulo afirma essa verdade aos Cristão que residiam na cidade de Roma. Rm.14:17 porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Rm.14:18 Porque quem nisto serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens.

II – INVEJA, O DESGOSTO PELA FELICIDADE ALHEIA

1.    DEFINIÇÃO. Nesse ponto iremos definir o termo inveja. Muitos entendem que a inveja tem uma irmã gêmeas, comumente chamada de ciúmes. Mas afinal, são a mesma coisa? Há diferença entre os termos inveja e ciúmes? Ambos os termos embora pareçam sinônimos são antagônicos. Para podermos separa-los se faz necessário definirmos os termos. Atentamos para a dicotomia de Aristóteles: “Aristóteles, por exemplo, define zelos  como sendo o desejo de ter aquilo que outro homem possui, sem necessariamente ter ressentimento contra aquele que o possui; enquanto phtonos se ocupa mais em privar o outro da coisa desejada do que em obtê-la”. Note que a inveja PRIVA o OUTRO e não a sua “posse”, enquanto que o ciúmes deseja a “POSSE”.

2.    INVEJA, FRUTO DA VELHA NATUREZA. Atentamos para a admoestação do apóstolo Paulo aos Gálatas 5.21 “invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus”. Fica evidente que esse sentimento é da velha natureza, portanto está mortificada. Essa “dor interna” não pode fazer parte da vida de um cristão. Embora isso pode aparecer, mas devemos mortificar a carne pelo poder da palavra de Deus que opera em nós.

3.    OS EFEITOS DA INVEJA. A inveja na verdade está movendo muitas pessoas que levam ou que à deram o nome de cristãs. Note que o conceito acima mencionado baseado em Aristóteles tem fundamento. Observemos a vida do menino José. Não queriam seus “bens”. Ainda que nem tinha por sua terna idade. Cismaram com ele, com a sua pessoa. Quantos líderes invejosos. Simplesmente por não irem com a “cara” do irmão em Cristo, fazem de tudo para o prejudicarem. Saul e Davi. Note que no texto de 1Sm 18.7-11 não há menção que Saul queria o reino, pois ele era o rei no momento. O problema era pessoal e ele após a declaração das mulheres trabalharia para Davi morrer. 1Sm 18.7-11 “E as mulheres dançando e cantando se respondiam umas às outras, dizendo: Saul feriu os seus milhares, porém, Davi os seus dez milhares. Então Saul se indignou muito, e aquela palavra pareceu mal aos seus olhos, e disse: Dez milhares deram a Davi, e a mim somente milhares; na verdade, que lhe falta, senão só o reino?. E, desde aquele dia em diante, Saul tinha Davi em suspeita. E aconteceu no outro dia, que o mau espírito da parte de Deus se apoderou de Saul, e profetizava no meio da casa; e Davi tocava a harpa com a sua mão, como nos outros dias; Saul, porém, tinha na mão uma lança. E Saul atirou com a lança, dizendo: Encravarei a Davi na parede. Porém Davi se desviou dele por duas vezes”. Quantos não estão sendo também perseguidos e até “mortos” pela inveja. Ela separa os irmãos, destrói as famílias e igrejas.

III – A ALEGRIA DO ESPÍRITO É PARA SER VIVIDA

1.    A ALEGRIA NO VIVER. Exercitar a alegria não é tarefa fácil, pois como humano o real e o momento acaba de alguma forma pesado e interferindo nessa atividade educacional. Então devemos seguir o conselho do apóstolo Paulo que afirma que precisamos “andar por fé e não por vista”. Tirar o foco do momento e colocar na eternidade fará toda a diferença em nossa caminhada cristã. Escrevendo aos Romanos Paulo afirmou que “...Para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” Rm 8.18.

2.    ALEGRIA NO SERVIR. Serviço sem alegria é viver moribundo. As características do fruto do Espírito Santo não têm sintomas egocêntricos, mas sim coletivos. Primeiro trabalha em mim para depois trabalhar através de mim. Um evangelho que não tem o próximo como prioridade não pode ser chamado de boas novas. Jesus, o Mestre por excelência teve em sua vida o outro como marca registrada. Ele não via ele, não pensava nele. A dor era pelo outro e do outro. Paulo nos aconselhou para levarmos as “cargas uns dos outros” Gl 6.2.

3.    ALEGRIA NO CONTRIBUIR. A contribuição é uma característica do evangelho. A importância nunca foi valores, mas como eles são entregues nas igrejas. A alegria deve ser notória. A entrega de dízimos e ofertas com sentimento oposto ao da alegria repudia o Eterno. Posso entregar com raiva? Não. A base da entrega é a alegria o oposto é obra da carne. Isso não agrada a Deus. Devemos ser bíblicos e não meramente oportunistas. Uma coisa que está virando modo entre os evangélicos é a famigerada e maligna “OFERTA MAIOR”. Isso é um câncer. Humilha o que pode pouco e exalta o que pode mais. O ditado “Quem pode mais, chora menos” é uma realidade até no momento onde o foco deveria ser adoração a Deus. Fico imaginando a viúva mencionada pelos evangelistas Lucas e Marcos em um dos nossos cultos. Pelo valor de sua oferta “jamais” ganharia os prêmios ofertados. Não receberia glória, louros nem presentes. Estamos mudando o evangelho em nome da modernidade. Moderno é ser bíblico e ser bíblico é ser moderno. Outro detalhe, muitos irmãos são medidos pelo valor de seus dízimos. Eu tive esse desprazer. O Pastor nunca me perguntou se eu tinha ou não tinha. Se estava empregado ou desempregado. Muitos se esquecem que “Não” somos cifrão, mas sim humanos.
CONCLUSÃO
“SER ALEGRE É DEMONSTRAR AO MUNDO QUE NOS CERCA QUE O NOSSO DEUS REINE”